quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

- Julian?

- Brooke.

- Oi.

- Oi.

- Já faz...

- Seis semanas. Não nos falamos em seis semanas, Brooke.



- O Clay provavelmente faz tudo ser mais fácil. O que há com vocês dois?

- Estamos bem, sabe? Não o vejo há umas duas semanas. Ele está fora explorando, mas mandamos mensagens toda hora. Ele chega em casa hoje.

- E você está totalmente nervosa, porque você está com aquela cara “eu gosto de um garoto”.

- Aquela cara. O que...



- Sabe, aquele cara é um idiota, à propósito. Aquele cara da vida amorosa horrível. Que tipo de idiota trata Brooke Davis mal?



- Então, rascunhos excessivos. O que está rolando?

- Nada.

- Brooke.

- Eu e Julian... Achei que passar um tempo separado ia nos ajudar, e eu me sinto presa.

- Brooke, Julian ama você. E você o ama. É um bom lugar para se ficar presa.

- Pois é. Mas esse lance com a Alex, Hales... Você já duvidou do Nathan, nem que fosse por um segundo, durante aquela loucura com a Renée?

- Não sinto orgulho disso, mas, sim. E ele me dizia o tempo inteiro que não havia nada. E adivinha? No final das contas, não havia nada.

- É, mas vocês são Nathan e Haley.

- Brooke, sei que você sempre teve problemas com confiança. Mas Alex não é a Peyton. E o Julian não é o Lucas.



- Quer saber um segredo? Estou meio nervosa.

- Por quê?

- Eu não sei. Porque eu não vejo você faz um tempo...E você me dá borboletas. Pronto, falei.

- Estava nervoso também.

- Sério?

- Sim. Depois de toda aquela declaração pública, sobe apaixonar completamente por você.

- Bela fala, à propósito.

- Achou? Estava com medo de ter surtado você.

- Não. Foi maravilhoso, tão romântico. Um grande, enorme momento.

- Surtou você completamente.

- Um pouco. Mas só porque tinha potencial para ser verdade. Ou tem potencial para ser verdade.

- Que tal assim. Vamos desacelerar. Sem pressão. Sem mais declarações públicas. Vamos começar com pouco. Como um encontro.

- Posso ir à um encontro.

- Bom. E depois, podemos nos apaixonar completamente.

- Posso fazer isso também. O que vai fazer no almoço?



- Olá, Julian. Soube que o frango é bom hoje.

- Brooke e eu estamos dando um tempo. Não precisa empurrar nenhum cara pra ela.

- Não estou empurrando ninguém. Julian... eu gosto de você. Mas Brooke merece estar com alguém que tem o bom senso de querer estar com ela ao invés de uma atriz sem talento. Bom, se é Alexandre, então...

- Não estou interessado na Alex.

- Já o vi com ela. Pode não estar interessado nela, mas gosta do fato de ela estar interessada em você. Quer alimentar o seu ego? Não parta o coração da minha filha para fazer isso.

- O coração da Brooke já estava partido quando eu a conheci. Mas já sabe disso, já que foi você que quebrou. Fui eu que estive tentando consertar.

- Bom, agora você não esta fazendo um bom trabalho. Quer a Brooke? Seja o herói que você põe nos seus filmes. Lute por ela.

- Eu tenho feito isso. Não posso lutar por nós dois sozinho. Olha, Victoria, eu não sou o vilão da história. Quer ajudar a sua filha? Diga isso a ela.

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